Primeiramente, Marinho afirma que a produtora responsável pelo material de campanha do militar ficou concentrada em sua casa. Um dia, ele mostrou imitações que fazia de Jair Bolsonaro a Flávio e afirmou que "o pessoal encomendava áudios". Em determinado momento, ele diz: "Isso é crime eleitoral, mas estava correndo o risco", afirmou, sob risos de Kataguiri e Do Val.
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