terça-feira, 24 de julho de 2018

HOMENAGEM À DILMA EM RESTAURANTE MINEIRO TÁ RENDENDO...!





Ao "desautorizar" o confeiteiro que decidiu homenagear Dilma Rousseff com uma sobremesa, o empresário Fernando Areco Motta, de Belo Horizonte, garantiu um lugar de honra na galeria dos tipos execráveis do Brasil nascido após o golpe de 2016.
Sabemos que Dilma Rousseff foi derrubada para interesses estratégicos do império norte-americanos e seus bilionários sócios locais.  
Mas o ataque a uma democracia construída com tanto sacrifício só foi possível pelo apoio de milhões cidadãos de classe média e alta, ressentidos com o progresso -- mesmo pequeno -- obtido pelos de baixo. Não são donos da Ambev nem do Itaú mas detestam trabalhadores -- em especial empregadas domésticas --  que resolveram erguer a cabeça e assumir seus direitos. Têm medo da concorrência que alunos pobres capazes de entrar nas universidades podem representar para seus filhos.
Acima de tudo, não se conformam com o fim da submissão política que permitiu ao povo escolher governantes de acordo com seu gosto e suas prioridades -- e assim eleger, por quatro vezes seguidas, aqueles governantes que sempre detestaram.  
Em escala caseira, a cena de Belo Horizonte guarda parentesco direto com a circular de João Roberto Marinho, um dos proprietários da TV Globo, que proíbe funcionários a dar  opinião em suas redes sociais, confrontando a liberdade de expressão garantida pela Constituição.
Nos dois casos, o que se manifesta é o espírito senhor de engenho no tratamento dispensado às camadas de baixo -- cujo primeiro dever é o silêncio, e o direito a palavra só é válido quando previamente autorizado.
Estamos falando da desembargadora  Marília Castro Neves, que divulgou uma mensagem ofensiva na internet contra Marielle Franco, a corajosa vereadora executada no Rio de Janeiro. Da estudante Mayra Petruso, que escreveu no twitter, logo após a vitória de Dilma em 2010: "Faça um favor ao Brasil.  Mate um nordestino afogado".
Para mencionar um autor que estudou nossa elite como poucos. São herdeiros legítimos dos meninos de engenho que possuíam um "mórbido deleite" em torturar escravos, nas palavras sempre oportunas de Gilberto Freyre em Casa Grande & Senzala.
Alguma dúvida?

quarta-feira, 6 de junho de 2018

BASTA A MATANÇA DE MULHERES NO BRASIL...



No ano de 2016, foram assassinadas 4.645 mulheres no país, o que representa uma taxa de 4,5 homicídios para cada 100 mil brasileiras. O aumento em dez anos foi de 6,4% - em 2006, foram mortas 4.030 mulheres no Brasil e a taxa de homicídio feminino ficou em 4,2 por grupo de 100 mil.
Os dados fazem parte do estudo Atlas da Violência 2018, apresentados nesta terça-feira (5) pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP).
A situação se agrava quando consideradas apenas as negras, que inclui as mulheres pretas e pardas. Enquanto entre as mulheres negras a taxa de homicídio ficou em 5,3 por grupo de 100 mil em 2016, entre as não negras, englobando brancas, amarelas e indígenas, a taxa foi de 3,1, uma diferença de 71%.
“Nos últimos 10 anos a taxa de homicídios de mulheres não negras diminuiu 8% e no mesmo período a taxa de homicídio de mulheres negras aumentou 15%. Ou seja, é necessário que haja uma focalização das ações do Poder Público, no sentido de reverter esse cenário trágico que a gente pode ver a partir do Atlas”, destacou o pesquisador do FBSP David Marques.
Em 12 estados, o aumento da taxa de homicídio de mulheres negras foi maior do que 50%, sendo dois deles superior a 100%, Amazonas e Rio Grande do Norte. Em Roraima o aumento de assassinatos de mulheres negras em 10 anos foi de 214%. Goiás apresenta a maior taxa de homicídio de negras, com taxa de 8,5 por grupo de 100 mil. No Pará foram assassinadas, em 2016, 8,3 mulheres negras para cada grupo de 100 mil e em Pernambuco a taxa ficou em 7,2. São Paulo, Paraná e Piauí tem as menores taxas de homicídio de mulheres negras do país, com 2,4, 2,5 e 3,4 por 100 mil, respectivamente. Em sete estados houve redução da taxa no período, entre 12% e 37%.
Entre as mulheres brancas, houve crescimento no número de assassinatos superior a 50% em seis estados. No Tocantins o crescimento, entre 2006 e 2016, chegou a 131,5%, na Bahia 148,4% e no Maranhão houve aumento de 246,9% na taxa de homicídio de mulheres não negras. O estado mais violento para esse grupo é Roraima, onde 21,9 mulheres não negras são assassinadas a cada grupo de 100 mil, seguido de Rondônia, com taxa de 6,6, e Tocantins, com 5,7. Os estados que menos matam mulheres não negras são o Piauí, com 0,8 por 100 mil, Ceará, com 1, e Alagoas, com 1,3. Excluindo Roraima, nenhum estado tem taxa de homicídio de não negras superior a 7 por 100 mil, enquanto entre as mulheres negras apenas sete estados tem taxas abaixo de 5.
Feminicídio
Segundo a publicação, a base de dados do Sistema de Informações sobre Mortalidade não traz indicação sobre a motivação dos homicídios, portanto não é possível identificar o crime de feminicídio. No entanto, os pesquisadores apontam que a mulher assassinada muitas vezes já foi vítima de outras violências de gênero, como violência psicológica, patrimonial, física ou sexual e que, portanto, o desfecho fatal poderia ter sido evitado em muitos casos se as mulheres tivessem tido apoio para sair de um ciclo de violência.
A publicação traz uma análise sobre as possibilidades para estimar o número de feminicídio no país e cita metodologias desenvolvidos por pesquisadores. Uma delas busca separar os assassinatos motivados pelo fato de a vítima ser mulher em três categorias, de acordo com os indícios prévios do contexto social e doméstico da vítima: feminicídio reprodutivo, feminicídio doméstico e feminicídio sexual.
Nessa abordagem, o feminicídio reprodutivo inclui casos de morte após aborto voluntário, já que decorre de “políticas de controle do corpo feminino e de supressão da liberdade e de direitos”. O feminicídio sexual inclui os casos de agressão sexual por meio de força física, o que é tipificado no código penal como estupro seguido de morte. E o feminicídio doméstico pode ser estimado pelo local de ocorrência.
Por Akemi Nitahara – Repórter da Agência Brasil


segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018

POR QUE A INTERVENÇÃO FEDERAL COMEÇOU NO RIO DE JANEIRO...?





Ninguém ainda engoliu essa armação de Temer...!

Estes são os estados brasileiros com maiores índices de violência:

1ºSergipe
2ºRio Grande do Norte
3ºAlagoas
4ºPará
5ºAmapá
6ºPernambuco
7ºBahia
8ºGoiás
9ºCeará
10ºRio de Janeiro

Por cobertura da Mídia Global é claro! 

domingo, 7 de janeiro de 2018

FHC FOI IRRESPONSÁVEL EM RELAÇÃO À PETROBRAS...





por André Araújo, no Jornal GGN
Por que a Petrobras se tornou vulnerável a esquemas de achacadores do mercado financeiro novaiorquino que se especializam em extorquir empresas cotadas na Bolsa de Nova York que tenham algum problema de compliance? São sempre os mesmos escritórios, um grupo fechado liderado pela Rosen Law Firm, todos são da mesma etnia, eles escolhem a caça e fundos abutres compram ações PARA PROCESSAR empresas que tiveram algum desvio ético.
O problema foi CRIADO NO GOVERNO FHC. Não podendo privatizar a Petrobras, desejo intenso desse grupo, abriram o capital na Bolsa de Nova York, privatização indireta, uma insanidade, na ânsia de parecer moderninho.
A PETROBRAS nada ganhou com isso. Abriu o capital, NÃO LEVANTOU DINHEIRO NOS EUA, apenas quis parecer uma empresa "americanizada", moderninha, de mercado. Seus presidentes ultraneoliberais Henri Reichstul e Francisco Gros, que nada entendiam de petróleo e nada tinham a ver com o setor, tipos com cara de "internacionais" sofisticados, Gros era diretor do banco de investimentos Morgan Granfell e Reichstul um parisiense, ligadíssimos ao mercado financeiro, praticamente estrangeiros no Brasil, figuras exóticas e mal explicadas.
Grandes PETROLEIRAS ESTATAIS como a STATOIL da Noruega, PEMEX do Mexico, ARAMCO da Arabia Saudita, QATAR Oil, do Qatar, , IRAQ NATIONAL PETROLEUm , do Iraque, NIOC , do Irã, RUSSNEFT, da Russia não fizeram essa loucura.
São empresas nacionais, instrumentos de uma estratégia nacional, ABRIR o capital muda toda a lógica da empresa, inves de servir ao Pais vai servir aos especuladores de Nova York e todo seu foco vira do avesso, inves de atender ao Pais que formou e capitalizou a empresa, a abertura do capital em Nova York vai torná-la objeto de especulação financeira, é preciso atender em primeiro lugar ao mercado e não ao País, às agências de rating, à Bloomberg, a empresa se apequena.
O Governo FHC cometeu essa desatino, jogou a PETROBRAS, a troco de nada, na rinha de galos da especulação deslavada, hoje dominada por "hedge" funds, fundos especulativos de todo tipo, abutres, um mundo de corsários e sujeitou a empresa aos caprichos das autoridades e dos juizes americanos que tem a cultura legal de mega indenizações, cem vezes maior que o prejuizo. É um meio jurídico amalucado e nada razoável, estranho aos nossos principios.
O Governo FHC foi absurdamente irresponsável, para atender à "clique" neoliberal da privatização descarada, das Landau, Franco, Gros, Reichstul, Malan, Bacha. Arida, jogou nossa maior e principal empresa no ringue mundial da especulação para nada. O que a Petrobras ganhou ao bater o martelo em Nova York, que vaidade infantil?
Não levantou dinheiro nos EUA, foi só um capricho "olha como somos modernos, estamos listados em Nova York" e lá vai um bando de idiotas basbaques tocar o sino porque a ação entrou no painel, que tolos, a conta jogam para os brasileiros.




terça-feira, 25 de julho de 2017

O GOLPE TROUXE A POBREZA DE VOLTA AO BRASIL...



Entre os brasileiros de zero a 14 anos, 40,2% se encontram em situação de pobreza. O percentual corresponde a mais de 17,3 milhões de jovens pobres no Brasil. É o que aponta um levantamento da Fundação Abrinq, divulgado nesta terça (25), que compara a situação da infância no Brasil com as metas assumidas pelo país nos ODS (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável) da ONU (Organização das Nações Unidas).

Segundo o relatório, as regiões Norte e Nordeste concentram os maiores índices de crianças e adolescentes em situação de pobreza, com 54% e 60,6% de jovens nessa condição, respectivamente. Percentuais menores aparecem nas regiões Sudeste (27,8%), Centro-Oeste (28,4%) e Sul (23,1%). São consideradas pobres as famílias com renda de até meio salário mínimo per capita, ou seja, de no máximo R$ 394 por pessoa (utilizando como referência o salário mínimo em 2015, que era de R$ 788).

Em números absolutos, no entanto, a região Sudeste tem mais de 4,5 milhões de crianças e adolescentes vivendo em condição de pobreza familiar --no Nordeste, são cerca de 8 milhões e, no Norte, pouco mais de 2,5 milhões.

O estudo tem como base os números mais recentes do Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios), realizado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), e busca auxiliar o monitoramento das ODS 1, 2, 3 e 5, que têm como objetivos erradicar a pobreza e a fome, assegurar boa saúde e bem estar e alcançar a igualdade de gênero.

As informações são de reportagem do UOL.

domingo, 16 de julho de 2017

APANHOU DE POLICIAL POR SER GAY





Da revista Fórum – O jovem de 23 anos Andrei Apolônio dos Santos registrou uma ocorrência por agressão supostamente motivada por homofobia, na semana passada, na Corregedoria Interna da Polícia Civil de Niterói e na Corregedoria Geral Unificada da Secretaria de Estado de Segurança do Rio de Janeiro. Ele acusa um policial de ter o espancado dentro da delegacia.
Andrei contou ao jornal RJTV que procurou a 81ª DP (Itaipu), em Niterói, para prestar queixa pelo furto de um celular, mas acabou sendo espancado por cerca de uma hora por um dos agentes que estava de plantão na delegacia. “”Eu cheguei e ele já começou a agressão com palavras homofóbicas e tapas no pé da orelha, que me deixaram com muito medo”, disse.
De acordo com o jovem, ele levou socos, pontapés e apertões no pescoço. “Ele não quis fazer meu B.O. [Boletim de Ocorrência] e ficou muito invocado com meu estilo de ser. Dava para ver que ele estava incomodado com quem eu era, porque eu sou gay. Ele achou uma afronta eu ser um gay e querer fazer ele trabalhar às 4h da manhã”, revelou. O jovem disse ainda que o policial ameaçou “gastar um pente inteiro de munição” nele.

terça-feira, 27 de junho de 2017

DENÚNCIAS CONTRA TEMER SÃO LETAIS...AFIRMA JANOT!




"Nota de esclarecimento sobre denúncia contra o presidente da República
A denúncia apresentada pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, contra o presidente da República, Michel Temer, nessa segunda-feira, 26 de junho, é pública e baseada em fartos elementos de prova, tais como laudos da Polícia Federal, relatórios circunstanciados, registro de voos, contratos, depoimentos, gravações ambientais, imagens, vídeos, certidões, entre outros documentos, que não deixam dúvida quanto à materialidade e a autoria do crime de corrupção passiva. A peça foi submetida à análise do Supremo Tribunal Federal e seguirá o trâmite previsto na Constituição Federal.
O procurador-geral da República pauta-se por uma atuação técnica, no estrito rigor da lei, tanto na esfera judicial quanto na administrativa, e não se furta em cumprir as responsabilidades inerentes ao exercício do ofício. Rodrigo Janot cumpre à risca o comando constitucional de que ninguém está acima da lei ou fora do seu alcance, cuja transgressão requer o pleno funcionamento das instituições para buscar as devidas punições. Se assim não fosse, não haveria um Estado Democrático de Direito.
Sobre o ex-procurador da República e hoje advogado Marcello Miller, a Procuradoria-Geral da República esclarece que ele não participou das negociações do acordo de colaboração premiada dos executivos do Grupo J&F. Ele integrou a Assessoria Criminal do procurador-geral da República de setembro de 2013 a maio de 2015. De maio de 2015 a julho de 2016, ele foi designado para integrar o Grupo de Trabalho da Operação Lava Jato na PGR, em Brasília. A partir de 4 de julho de 2016, ele voltou a ser lotado na PR/RJ, com processos distribuídos ao seu ofício, atuando junto ao Grupo de Trabalho somente como membro colaborador. Ele solicitou exoneração do cargo de procurador da República em 23 de fevereiro de 2017, a qual foi efetivada em 5 de abril de 2017.
O procurador-geral da República reafirma o compromisso do trabalho realizado como chefe do Ministério Público da União com o propósito de garantir a probidade, a transparência e a responsabilidade no trato da coisa pública.
Assessoria de Comunicação Estratégica do PGR
Procuradoria-Geral da República"